30 janeiro 2016

UFRN combate focos do Aedes aegypti em 5 campi

Cerca de 100 servidores caíram em campo nessa sexta-feira (29).
De acordo com a reitoria, as ações de combate serão contínuas.


Cerca de 100 servidores caíram em campo nessa sexta-feira (29) nos cinco campi da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), na luta contra o mosquito Aedes aegypti. Os trabalhos começaram cedo nas imediações do prédio da reitoria, onde trabalham mais de 300 pessoas.

Ao agradecer ao chamamento da administração central da universidade para derrotar o Aedes, Angela Maria Paiva Cruz se referiu a data de hoje como “o dia da faxina geral, varredura e limpeza do mosquito na UFRN”. Ao advertir que “a ação é de cada pessoa, mas a responsabilidade é de todos”, a reitora justificou que a UFRN está cumprindo o seu papel social e lutando pela vida saudável das pessoas.

Responsável por transmitir doenças como dengue, Zika, chicungunha e febre amarela, o mosquito deverá picar 4 milhões de pessoas somente este ano, nas Américas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Apesar de um ciclo de vida curto, em torno de 35 dias, o mosquito voa até 1 km em seis dias. Por isso, o combate tem de ser em todo o território potiguar. Além do mais, o mosquito começa a voar 7 dias após a postura e se o ovo for de uma fêmea infectada, todos os mosquitos femininos irão transmitir a doença.

Desde 2014, a instituição criou um Grupo de Trabalho (GT) que atua no controle do mosquito no âmbito da UFRN. Coordenadora do GT, Maria de Fátima Freire de Melo Ximenes, pró-reitora de extensão e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Bioquímica do Centro de Biociências, coloca que a ordem é recolher copo, garrafa, latinha, saco plástico, “enfim, qualquer lixo que possa acumular água e virar criadouro do Aedes no âmbito institucional”.

As ações planejadas pela UFRN no combate ao mosquito serão contínuas e as de hoje serão repetidas nos campi da capital, de Macaíba, Santa Cruz, Currais Novos e Caicó, no próximo dia 27 de fevereiro.  Há duas semanas no ar, a campanha educativa criada pela instituição a respeito das consequências das doenças transmitidas pelo mosquito permanece em circulação e novo material sobre o assunto vai ser usado pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), a partir da segunda semana de fevereiro próximo.

G1.com RN
 
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