07 abril 2016

Jovem com leucemia apela por doação de medula óssea. Leia a matéria e saiba como ajudar!

Segundo o INCA, a chance de encontrar uma medula compatível é, em média, de uma em 100 mil



Há cerca de três meses, a técnica de segurança e paraense Saionara Nobre, de 28 anos, recebeu o diagnóstico de leucemia e, desde então, familiares e amigos estão se mobilizando nas redes sociais para encontrar um doador compatível ao transplante de medula óssea. Atualmente, ela mora em Mossoró.

De acordo com o irmão de Saionara, Amós Almeida, ela permanece internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), do Centro de Oncologia de Mossoró. “Estamos fazendo campanha nas redes sociais e no boca-boca, também”.

Amós explicou que o tipo sanguíneo da irmã é A+ e pede ajuda aos potiguares, observando a importância da doação para outras pessoas.

Segundo a assistente social, Eciran Silveira, que atua no Hemocentro de Mossoró, o procedimento para ser doador de medula óssea é simples. Quem quiser ser um doador deve ir até o Hemocentro e fazer uma coleta de sangue. O material será enviado para Natal, onde passará por exames de compatibilidade, que são monitorados através do Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME), administrado pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA). A idade mínima é de 18 anos e a máxima 55 anos.

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