05 março 2018

TRT determina que vigilantes em greve mantenham 70% do efetivo em hospitais públicos

O Tribunal Regional do Trabalho determinou o restabelecimento imediato do trabalho dos vigilantes que atuam nos hospitais públicos do Estado, com 70% da força de trabalho lotada em cada unidade de saúde do Estado. A decisão da juíza Daniela Lustoza Marques de Souza Chaves é resultado de uma ação da Procuradoria Geral do Estado contra o Sindicato dos Vigilantes (Sindsegur).

A greve dos trabalhadores da segurança privada começou no dia 26 de fevereiro e atingiu a rede de hospitais públicos mantidos pelo estado. Com a paralisação dos vigilantes, foram suspensas as visitas a pacientes das enfermarias do Hospital Walfredo Gurgel, o principal do estado, e do Hospital Giselda Trigueiro.

A decisão é em caráter liminar e determinou, em caso de descumprimento, multa diária no valor de R$ 50 mil para o Sindsegur.

Paralisação

Os vigilantes entraram em greve na última segunda (26), afetando atendimentos em bancos, hospitais, além de outros serviços do estado. Eles alegam que estão perdendo direitos adquiridos e que as empresas querem a redução do valor do adicional noturno, exclusão de horas extras e todas as despesas relativas ao curso de reciclagem, exclusão das horas extras por feriado trabalhado, retirada da obrigatoriedade de entrega de colete balístico, dentre outros direitos.
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